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Cidade de COARI

O primeiro núcleo de povoamento em território do atual município de Coari, foi uma aldeia de índios fundada em princípio do século XVIII, pelo jesuíta Samuel Fritz, com a denominação de Coari, por fic
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MUNICÍPIO: COARI
O primeiro núcleo de povoamento em território do atual município de Coari, foi uma aldeia de índios fundada em princípio do século XVIII, pelo jesuíta Samuel Fritz, com a denominação de Coari, por ficar a margem do lago desse nome. Coari, segundo o cônego, Ulysses Pennafort, vem das palavras indígenas “Coaya Cory”, ou “Huary-yu”, ou significa respectivamente “rio do ouro” e “rio dos deuses”. A denominação dada ao rio que banha o município estendeu-se ao lago à cuja margem fica a sede municipal e, posteriormente, ao município. Habitavam primitivamente a região os índios Catauixis, Irijus, Jumas, Jurimauas e outros. Sobre as índias (trecho de autoria do padre João Daniel em “Tesouro Descoberto”): “Algumas fêmeas a que além de suas feições lindíssimas, têm os olhos verdes e outros azuis com uma esperteza e viveza tão engraçadas que podem ombrear com as mais escolhidas brancas. Em 1759 a aldeia foi elevada à Lugar, recebendo o nome de Alvelos. Em 1833, foi o Lugar Alvelos elevado à Freguesia, sob a invocação de Nossa Senhora Santana. Em 30.09.1854, a sede da freguesia foi transferida em virtude da Lei nº 37, para a foz do lago de Coari. Em 01.05.1874, pela Lei Provincial nº 287, a freguesia foi elevada à vila de Coari. Em 21.05.1874, pela Lei Provincial nº 287, é criado o município de Coari. Em 15.11.1890 é instalado o termo judiciário de Coari. Em 10.04.1891, pelo Decreto nº 95-A é criada a comarca de Coari, que se instala em 30.06.1891. Em 30.10.1913, pela Lei Estadual nº 741, é suprimida a comarca de Coari, ficando seu Termo Judiciário subordinado a Tefé. Em 14.02.1916, pela Lei Estadual nº 844, é reinstalada a comarca de Coari, ficando seu Termo Judiciário subordinado a Tefé. Em 07.02.1922, pela Lei Estadual nº 133, é suprimida novamente a comarca. Em 10.03.1924, pela Lei Estadual nº 122, restaura-se definitivamente a comarca de Coari, compreendendo os Termos de Coari, Manacapuru e Codajás. Em 02.08.1932, pela Lei Estadual nº 1665, Coari é elevada à categoria de cidade.
LOCALIZAÇÃO: À margem direita do lago Coari, 40 metros acima do nivel do mar, distante de Manaus, 368 Km em linha reta e 467 por via fluvial.
CLIMA: equatorial quente-úmido. Máxima de 35 C e mínima de 21 C
ÁREA: 57.539,7 km² (IBGE 1997).
POPULAÇÃO: 67.087 habitantes(IBGE 2000) - taxa anual + 5,91%
INFRA-ESTRUTURA: Transporte de barcos (24h); aéreo (1.10m) e terrestre: Coari/Itapéua 23 jm - Coari/Mariuá 15 km - Coari/Izidório 5 km; energia étrica; saúde (FNS, Estadual); educação, Correios; Telefone fixo; Bancos; emissoras re rádio e tv.
ECONOMIA:

• Setor Primário - Agricultura: é baseada principalmente no cultivo de produtos como mandioca, feijão, coentro, pepino, maxixe, pimentão e couve (culturas temporárias). Nas culturas permanentes, destaque maior para a produção da banana e em menor escala o limão, goiaba, mamão, cupuaçu e maracujá. Olericultura: alface, couve, coentro, pepino, tomate, quiabo, maxixe, repolho, pimentão, abóbora, cebolinha, melancia e berinjela. - Pecuária: o criatório no município consiste no desenvolvimento de espécies como Nelore e Mestiço. - Avicultura: a criação é tipicamente doméstica e o consumo é familiar, representada pela criação de galinhas e perus. A criação de quintal é motivo de incentivos, pois a produção de carne e ovos estimula a criação de animais de pequeno porte. - Extrativismo Vegetal: a extração de madeira é uma atividade tradicional no município. Secundariamente figuram a extração do cacau, castanha-do-pará e sorva. - Piscicultura: a população do interior, tem no pescado a sua principal fonte de alimentação. Na época da fartura de peixe, que se verifica no período da seca do rio, ocorre uma grande abundância de pescado que é comercializado a preços acessíveis. A pesca é feita no rio Solimões e nos grandes lagos da região altamente piscosos. As espécies são aruanã, curimatá, jaraqui, matrinxã, pescada, pirapitinga, pirarucu, pacu, sardinha, surubim, tambaqui e tucunaré. - Hortifruticultura: esta atividade é bastante desenvolvida, explorada através do cultivo de verduras, legumes e frutas, que surgem de acordo com a respectiva época. Os produtos são: banana, farinha d´água, limão, jerimum, macaxeira, cupuaçu, pupunha, laranja-lima, tangerina, abacate, coco, milho seco, açaí, pimenta de cheiro, pimenta murupi, farinha seca, tapioca, goma, batata-doce, cara, feijão abacaxi, caju, mamão, maracujá, manga, goiaba, quiabo, pepino, repolho, maxixe, berinjela, pimentão, tomate, tucupi, cebolinha, couve, feijão de metro, chicória, cariru, alface e milho verde. • Setor Secundário - Indústrias: madeira, tijolos, produtos alimentares, pescado, gelo e mobiliária. • Setor Terciário - Comércio: varejista e atacadista. - Serviços: hotéis, pensões, agências bancárias, mercado municipal, matadouro e feira do produtor rural.
LAZER: Campo de fubetol, praça, praia Igarapé do Bóia), quadra de esportes, danceterias e clubes.

TURISMO: • A flora é representada principalmente pela seringueira, castanha-do-pará, pau-rosa, além de várias madeiras de boa qualidade e grande valor econômico. - A fauna além das diversas espécies de animais silvestres, como: caititu, veado, capivara, queixada, há ainda os aquáticos representados pelo jacaré, tartaruga, e muitos peixes entre estes o pirarucu, tambaqui, jaraqui e outros. • Como ponto de atração turística, destacam-se: - Igreja de Santana (construída em princípios do século e que conserva intactas todas as suas características originais). - O busto de mármore de Silvério José da Silva Néri - Poltrona de madeira (que data de 1874)

ADMINISTRAÇÃO:

Prefeitura:
Rua 5 de setembro, 1000 - Centro
Prefeito:
Vice-Prefeito:

Câmara Municipal:
Rua
Presidente:
Vereadores:

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